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Companhia Paulo Ribeiro

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Louis Lui
2025
Estreia Mundial no Festival de Dança de Cannes (Théâtre Debussy) - 6 dezembro
Coimbra (Convento São Francisco) - 12 dezembro

2026
Ponte de Lima (Teatro Diogo Bernardes) - 23 Janeiro
Lisboa (São Luiz Teatro Municipal) - 6, 7, 8 março
Loulé (Cineteatro Louletano) - 29 abril
Estoril (Academia de Artes do Estoril) - 22/23 maio
Castelo Branco (Cine-Teatro Avenida) - 30 outubro

Louis Lui
LOUIS LUI é uma viagem musical e coreográfica na qual o corpo — social, político, sentimental — é barómetro e sinal dos tempos. No desafio de refletir o presente, criador e intérpretes evocam o que nos liga irremediavelmente uns aos outros, afirmando, nos corpos atravessados pelo “sopro do tempo”, o poder redentor da dança.

2025
Festival de Dança de Cannes (Théâtre Debussy) - 6 dezembro
Coimbra (Convento São Francisco) - 12 dezembro

2026
Ponte de Lima (Teatro Diogo Bernardes) - 23 Janeiro
Lisboa (São Luiz Teatro Municipal) - 6, 7, 8 março
Loulé (Cineteatro Louletano) - 29 abril
Estoril (Academia de Artes do Estoril) - 22/23 maio
Castelo Branco (Cine-Teatro Avenida) - 30 outubro

Coreógrafo e Director Artístico : Paulo Ribeiro

Assistente do Coreógrafo : Ana Moreno

Intérpretes: Beatriz Miguel Correia, Diogo M. Santos, Francisco Ferreira, Liliana Oliveira, Marta Cardoso, Rodrigo Loureiro, Vivian Põldoja

Música : “Symphony for open strings” de Louis Andriessen e “Au fond, la lumière” (obra em estreia), de Luís Tinoco

Intérpretes: Caecilia Consort, dir. Ed Spanjaard (Symphony for open strings) e Orquestra Metropolitana de Lisboa, dir. Pedro Neves (Au fond, la lumière) em Cannes pela Orquestra Nacional de Cannes

Coordenação Musical : Luís Tinoco

Desenho de Luz : Nuno Meira

Figurinos : José António Tenente

Fotografia: Ana Rocha Nené

Produção: Companhia Paulo Ribeiro

Coprodução :  Convento São Francisco, Festival de Danse Cannes – Côte d’Azur, São Luiz Teatro Municipal

Apoio à Produção: Antena 2, Artway

 

Paulo Ribeiro

Biografia

© PÚBLICO, 2018

 

Natural de Lisboa, Paulo Ribeiro iniciou os seus estudos em dança em Bruxelas e começou o seu percurso como bailarino em diversas companhias belgas e francesas. Mas foi enquanto coreógrafo que acabou por desenvolver o seu percurso, estreando-se em 1984, em Paris, no âmbito da companhia Stridanse, da qual foi cofundador. Quatro anos depois, já em Portugal, começou a sua colaboração com a Companhia de Dança de Lisboa e com o Ballet Gulbenkian. A partir de 1991, o seu trabalho coreográfico expandiu-se no plano internacional, com a criação de obras para companhias de renome internacional como Nederlands Dans Theater; Grand Théâtre de Genève; Centre Chorégraphique de Nevers e Ballet de Lorraine.

Com a criação da Companhia Paulo Ribeiro, em 1995, o coreógrafo encontrou o espaço para afirmar a sua própria linguagem e trabalho de autor.

Foi Comissário do ciclo “Dancem”, em 1996 e 1997, no Teatro Nacional São João e, em 1998, assumiu a Direcção-Geral e de Programação do Teatro Viriato, em Viseu. Foi Comissário para a Dança em Coimbra 2003 – Capital Nacional da Cultura. No mesmo ano, recebeu o convite para dirigir o Ballet Gulbenkian, um trabalho pelo qual seria premiado. Em 2006, após a extinção do Ballet Gulbenkian, regressou ao Teatro Viriato, para retomar a direcção. Em 2014, foi homenageado pela Câmara Municipal de Viseu com a Medalha Municipal de Mérito, pelo seu contributo de reconhecida importância para o concelho de Viseu. Manteve-se no cargo até 2016, data em que saiu para assumir a direcção artística da Companhia Nacional de Bailado, a convite do Ministério da Cultura. Em 2019, lançou o projecto Casa da Dança, em Almada.

Em paralelo, participou como coreógrafo em diversas produções, nomeadamente na ópera, encenando a ópera Três Extravagâncias para a Casa da Música, no âmbito de Capicua 2002, e no cinema, para o filme La Valse, de João Botelho. A par do trabalho de criação, Paulo Ribeiro tem-se dedicado à formação, orientando vários workshops em Portugal e em países por onde a companhia tem passado. Lecciona a disciplina de Composição Coreográfica, no âmbito do mestrado de Criação Coreográfica Contemporânea, promovido pela Escola Superior de Dança, e deu aulas no Conservatório Nacional de Dança.

Em 2022, regressou à direcção artística da sua companhia e, em 2023, inicia um novo capítulo em Cascais, onde a companhia passa a estar sediada, para dar continuidade ao trabalho de pesquisa, de criação, de produção, de difusão e de formação em dança contemporânea.

Paulo Ribeiro assina uma obra plural com mais de 40 criações que tem sido distinguida com diversos prémios nacionais e internacionais de relevo, como o Prémio Acarte/Maria Madalena de Azeredo Perdigão, atribuído em conjunto com Clara Andermatt; o Prix d’Auteur nos V Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine-Saint-Denis (França); o New Coreography Award pelo Bonnie Bird Fund-Laban Centre (Reino Unido); o Prix d’Interpretation Collective pela ADA- MI (França); o Prémio do Público no Dance Week Festival (Croácia); o Prémio Bordalo da Casa da Imprensa; e o Prémio para Melhor Coreografia pela Sociedade Portuguesa de Autores.

A Companhia

A Companhia Paulo Ribeiro é uma das mais reconhecidas companhias de dança contemporânea portuguesa, tanto a nível nacional como internacional.

Fundada em 1995 por Paulo Ribeiro, um dos principais rostos do movimento transformador Nova Dança Portuguesa, surgiu na sequência de vários anos de trabalho junto de algumas das mais prestigiadas companhias europeias e para dar espaço à sua voz artística.

Ao longo destes trinta anos, a obra plural da companhia marcou presença regular nas principais salas de espectáculo nacionais, bem como por toda a Europa, Brasil e Estados Unidos da América. Um percurso que convoca cerca de 40 produções e cuja linguagem contemporânea tem sido reconhecida com alguns dos mais importantes prémios nacionais e estrangeiros na área da dança, e documentada em dois livros: “Corpo de Cordas” (Assírio & Alvim, 2005), de Cláudia Galhós, e “Uma Coisa Concreta” (CPR, 2015), coordenado por Tiago Bartolomeu Costa.

Entre 1998 e 2022, a Companhia fixou-se no Teatro Viriato, em Viseu, cujo projeto criou e implementou e que Paulo Ribeiro dirigiu durante quase duas décadas.

Paralelamente, a companhia tem sido responsável por um importante projecto de formação e produção de acções educativas para o público escolar na área da dança.

Em Janeiro de 2023, a estrutura passa a estar sediada em Cascais, para dar continuidade à sua missão de pesquisa, criação artística e circulação de espectáculos, bem como de formação e programação com ligação à comunidade local e às suas instituições.

A Equipa

Direcção Artística
Paulo Ribeiro

Intérpretes

Beatriz Miguel Correia
Frequentou o Ensino Artístico Especializado em Dança no Conservatório de Dança do Vale do Sousa e licenciou-se pela Escola Superior de Dança. Ao longo do seu percurso trabalhou como intérprete com Sara Bernardo, Elisabeth Lambeck, Amélia Bentes, Joana Franco, Tânia Carvalho. Realizou Erasmus no Conservatorio Superior de Danza María de Ávila, em Madrid, onde trabalhou com Fernando Troya e Allan Falieri. Em 2025, realiza um estágio na Companhia Instável com Clara Andermatt.

Diogo M. Santos
Intérprete de Dança Contemporânea formado pelo Balleteatro – Escola Profissional em 2014. Em Inglaterra, frequentou a Northern School of Contemporary Dance, onde fez o Foundation Course in Contemporary Dance e o BA (Hons) Dance (Contemporary). O Ballet Contemporâneo do Norte, Companhia Instável, Marianela Boán e a companhia irlandesa Instant Dissidence são alguns dos nomes que fazem parte do seu percurso.

Francisco Ferreira
Bailarino e intérprete com formação artística em Arabesque Academia de Dança e Escola Artística de Dança do Conservatório Nacional. Como percurso artístico integra a D.C – Companhia de Jovens Bailarinos, Companhia de Dança de Almada, Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo e a Companhia Instável.  Actualmente integra o elenco da Companhia Paulo Ribeiro.

Liliana Oliveira
Bailarina desde os 12 anos, tendo frequentado os cursos de Dança do Lugar Presente e Ginasiano, e o Curso Intensivo de Interpretação Coreográfica na Companhia Instável. Foi intérprete para Companhia de dança Kale, Companhia Instável, Cie 7273, Eldad Ben-Sasson, Mafalda Deville, Joana Providência, Victor Hugo Pontes, entre outros.

Marta Cardoso
Intérprete de dança contemporânea, licenciada pela Escola Superior de Dança em 2024. Realizou um estágio profissional na Companhia Instável, com Helder Seabra e foi intérprete em criações de Juliana Fernandes, Amélia Bentes, João Fernandes, Tânia Carvalho e Victor Hugo Pontes.

Rodrigo Loureiro
Intérprete de dança contemporânea, é formado pela Escola de Dança Lugar Presente desde 2019. Licenciado em Dance Artist, pela ArtEZ University of the Arts. Realizou um estágio profissional na companhia de dança Skånes Dansteater e trabalhou com artistas de renome como Örjan Andersson, Maciej Kuzminski, Joana Providência, António Cabrita e São Castro, entre outros.

Vivian Põldoja
Artista, bailarina, criadora de performances, natural da Estónia e atualmente radicada em Lisboa, é licenciada em Dança e Coreografia pela Escola Nacional Dinamarquesa de Artes Performativas (2015-2019). As suas criações desenvolvem-se em cenários de palco, instalações e em contexto educativo. Guiada pela experimentação e investigação, os seus projetos exploram movimentos poéticos que cruzam a presença física, com texturas emocionais subtis.

Assistente de Direcção
Ana Moreno

Coordenação Geral
Pedro Jordão
geral@pauloribeiro.com

Comunicação
Luís Hipólito
comunicacao@pauloribeiro.com

Arquivo
Rodrigo Gonçalves

Notícias

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